Normalmente,
o Netflix é exibidor de diversas produções. Mas, vez ou outra, a empresa também
co-produz algumas preciosidades. e Pelo prisma do amor プリズム輪舞曲 é
um destes casos. Com os 20 episódios lançados todos de uma vez só em janeiro de
2026. Também tem uma versão em mangá lançada concomitantemente este ano com
roteiro de Yōko Kamio e arte de Maki Minami.
No
início do século XX, Lili Ichijōin é uma jovem japonesa que vai para uma famosa
escola em Londres aprofundar seus conhecimentos em desenhos e pinturas. Conhece
ingleses e estudantes de outras nacionalidades. Lá, ela acaba tendo uma
especial conexão com Kit Church. Ele é um colega que faz excelentes trabalhos, ficando
sempre em primeiro lugar na classe.
Pelo prisma do amor é a perfeita definição de anime elegante. Não somente pelo tema em si, mas por toda a estética da obra. Desenhos de personagens e, principalmente, cenários deslumbrantes ocasionam uma visão única de cuidado e zelo. A gente espera que NADA ali tenha sido feito em IA, porque o Wit Studio foi responsável pela produção. E o mesmo estúdio teve "problemas" com a abertura em IA em um de seus animes recentes.
Outro ponto que chama muito a atenção é a versão dublada. O anime foi dirigido por Letícia Quinto e que colocou Bruna Quinto como protagonista. Mãe e filha tanto dentro da obra como na vida real, Bruna tem mostrado que não é só filha de uma grande dubladora. Ela própria tem mostrado um grande trabalho também.
E
fica o registro que na versão japonesa, a Lili é interpretada por Atsumi
Tanezaki, ninguém mais e ninguém menos que a Anya de Spy x Family , a Frieren
entre tantas outras vozes. Prism Rondo, como também é conhecido, merece uma
atenção especial do espectador de animes.


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