Resenha Festival do Japão - Alameda Literária

 

Normalmente, procuro fazer comentários o mais próximo possível da imparcialidade. Entretanto, isso talvez não seja possível nas próximas linhas. Este ano, participei do Festival do Japão de forma diferente. Não apenas como espectadora ou alguém que vai se divertir.

Estive presente em uma mesa numa das áreas mais recentes do Festival: a Alameda Literária. Ali era possível encontrar livros e quadrinhos – em sua maioria independentes - de autores e coletivos. Minha mesa era a 2 com o livro ANIMÊS NO BRASIL: história e influência cultural e econômica e tive colegas muitos gentis e com materiais muitos bons.


A organização da Alameda Literária foi algo realmente diferenciado. O espaço era bom, com mesas e cadeiras internas e alimentação. As condições causam um tipo de sentimento de querer imitar toda a produção, especialmente em quem também trabalha pontualmente em eventos, como meu caso. Um exemplo a ser seguido.

Por conta da necessidade de ficar na Alameda, vi muito brevemente as atrações do Festival. Mas, soube que shows e atividades interativas agradaram. O evento traz o tradicional, mas cada vez mais com toque joviais, atraindo um novo público.  E claro, a grande praça de alimentação.


O Festival do Japão também consegue ter um dos mais organizados transportes gratuitos dos grandes eventos da cidade. É também outro exemplo a ser seguido. Pela grandeza do festival, que claramente deve ter dito umas 180 mil pessoas, certamente teve pontos negativos. Mas, nada que seja grave. Uma boa diversão e conhecimento da cultura japonesa.


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